Sex, 28 de Novembro de 2014
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Joaquim Antônio Langsdorff Naegele


Nascido a 02 de junho 1899, em Santa Rita do Rio Negro, hoje Euclidelândia, distrito de Cantagalo, no Estado do Rio de Janeiro, filho de Eduardo Hermano Naegele e Elvira Frederica Langsdorff, o Maestro Joaquim Naegele, como é conhecido, dedicou-se com afinco ao Estudo da Música, sua grande paixão, desde a mais tenra idade. Executando todos os instrumentos de sopro e revelando-se, já na infância, como autêntico virtuose, teve uma formação musical completada e lapidada pelo Maestro Antônio Francisco Braga, então Professor do Instituto Nacional de Música e autor do Hino à Bandeira Nacional.
Seu primeiro professor, aos 7 anos, foi seu próprio pai, mais tarde, o Maestro Caetano Zucchi, da Lira de Santa Rita do Rio Negro. Caetano foi também maestro da Banda Campesina no ano de 1914.
Casado com a senhora Hercy Naegele, nasceram oito filhos: cinco meninas e três meninos que seguiram, sob seus ensinamentos, a carreira profissional de músico: Kuntz (Clarineta e Sax), Dalgio (Trombone) e Wagner (Trompete). Estes integraram a orquestra “OS COPACABANA”. Kuntz, porém, fez parte, também, da Orquestra do Mestre Severino Araújo, no Rio de Janeiro, tendo, ainda, sido regente da Banda Campesina Friburguense entre os anos de 1938 a 1942.
Ao longo da carreira extraordinária como professor emérito, formou uma plêiade de instrumentistas de renome que compõe um grande quadro artístico brasileiro em Corporações Militares, Orquestras Sinfônicas, Orquestras de Danças, Bandas Civis, Conjuntos, etc. Compositor de um repertório de mais de trezentas músicas de diversos estilos, tem ele inúmeras composições gravadas por Bandas Civis e Militares do Brasil inteiro. Teve como maior orgulho, o fato de ser Autor da letra e música de “RIO QUATROCENTÃO”.
Além de músico e professor, Joaquim foi jornalista, desportista, poeta e escritor de fina lavra e sensibilidade (autor do livro: “MEUS VERSOS – MEUS OITENTA ANOS”), arranjador, compositor e maestro de notoriedade. Como desportista, teve marca registrada no Esperança Futebol Clube, em que desempenhou as funções de técnico.
Em 08 de novembro de 1925, a convite de Salustiano Sauerbrom, foi para Nova Friburgo e assume a regência da Banda Campesina Friburguense, à qual consagrou, definitivamente, a sua existência. Fica na Regência por 25 anos.
Nos anos de 1940, funda a orquestra “APOLLO JAZZ” de grande sucesso nos clubes friburguenses e de cidades circunvizinhas. Tem a frente deste grupo o trompetista Jayro Winter. Participavam dele também: Oscar Brincker, Osmar Carp, Romeu Mello, Silvio Braeder, Jorge Abraão, Hamilton Soares de Andrade, Rubens Coelho Gomes, Mário Braeder, Ezequiel Duarte da Silva, João Rocha e a vocalista Shirley Andrade.
Mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro, em 1942, onde trabalhou arduamente como arranjador e Diretor de Orquestra. Funda neste ano a ESCOLA SOCIEDADE MUSICAL FLOR DO RITMO; tendo mais tarde, no ano de 1952, fundado, com seus alunos, a SOCIEDADE MUSICAL FLOR DO RITMO, no Méier. Dessas Escolas, sob sua formação, saem intérpretes e compositores renomados: Wilson das Neves (baterista), Elza Soares, Zeca Pagodinho, Leny de Andrade, Anísio Silva e Bezerra da Silva.  
1965 foi um ano de retorno a Nova Friburgo (RJ) onde, mais uma vez fica à frente da paixão maior: A Campesina Friburguense. Regeu-a por mais cinco anos, sendo este, também, um período rico em arranjos, composições de dobrados e de formação de novos músicos. Nesta fase da vida, já com idade avançada, e sem esmorecer jamais, fundou a BANDA-ESCOLA: ALEGRIA DO RITMO. Última constituição sua em termos de conjuntos didáticos. Sua primeira apresentação foi nos festejos do aniversário da cidade, em 11 de maio de 1969.
Em Nova Friburgo, terra que lhe foi tão querida e benfazeja exerceu forte liderança política, sendo, pela população, dignamente respeitado pelos inabaláveis valores de decência humana, altruísmo e abnegação que seu destemido caráter de moral ilibada fazia transpirar.  
Recebeu, com todos os méritos, os seguintes títulos: Diploma de Valor Cantagalense; Título de Cidadão Friburguense; Diploma de Benemérito das Sociedades: Campesina Friburguense; Fraternidade Cordeirense; Lira de Apolo (Campos-RJ) e Santa Cecília de São Bento de Una (Pernambuco). Além disto, foi consagrado por homenagens expressas em placas de bronze, busto, troféus de honra ao mérito, placas de prata, medalhas de prata e medalhas de ouro.
Regeu várias Bandas do Estado do Rio de Janeiro, dentre elas: UNIÃO SANTARRITENSE (de sua Terra Natal); VINTE E SETE DE MARÇO DE PIRAPETINGA; GRUPO MUSICAL SÃO JOÃO BATISTA; CENTRO FLUMINENSE DE BARRETO e SOCIEDADE MUSICAL CAMPESINA FRIBURGUENSE à qual se dedicou, sempre formando nela, um ótimo Corpo Prestante, compondo e interpretando músicas de nível; instruindo, preparando e aperfeiçoando excelentes músicos, o que muito fez sobrelevar-lhe o nome no cenário das Bandas brasileiras. São Magníficas as adaptações de Trechos de Óperas, Marchas Militares, Marchas Cerimoniais, Polcas, Mazurcas, Valsas, etc. de compositores célebres que, genialmente, arranjou para Banda.
Quando dos festejos alusivos ao Centenário da Campesina, Joaquim Naegele a regeu com orgulho. Antecipando aquele evento, a comissão do centenário promoveu um concerto ocorrido no dia 19 de setembro de 1969 no Cine Teatro Leal. Concorreram a este evento, além do corpo prestante, vários de seus discípulos, já consagrados: José Luiz Costa (Formiga), Kuntz, Wagner e Dalgio Naegele; Ademar Lanes; Manoel Moreira (Cissa); Nelson Pereira de Melo; Luiz Gonzaga da Costa Emerick; Ari Francisco da Silva. Na regência, os ex-alunos: Prudêncio Rodrigues Miranda e o menino Carlos Silva. Como convidado, o tenente Dejair Monnerat. Homenageando o amigo, fazia-se presente também, o fundador da Orquestra Sinfônica Brasileira, Maestro José Siqueira.
Em 1970, depois de preparar e destacar-se brilhantemente no Centenário da Campesina Friburguense, volta, de novo, para a Cidade do Rio de Janeiro onde continuou regendo a Banda do Méier. Sua última apresentação com a Banda Campesina foi em 06 de janeiro de 1984, quando da festa de 114 anos da SMB Campesina Friburguense.
Pelos relevantes serviços prestados ao nosso povo, foi-lhe outorgado, pela Assembléia Legislativa, o Título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro, em 1974.
Exerceu, no último ciclo de vida, uma poderosa influência na Ordem dos Músicos do Brasil.
Como presidente da Federação Fluminense de Bandas de Música Civis do Estado do Rio de Janeiro, muito trabalhou em prol de suas Filiadas, mormente na produção e direção de Concursos a que todos comparecia com seu entusiasmo incansável. Contribuiu para a criação do projeto Bandas, da FUNARTE, em 1976.
No centenário de seu nascimento, a Campesina Friburguense se fez apresentar na Sala Cecília Meireles, Rio de Janeiro, e ofertou a família do Joaquim uma placa, como lembrança àquele que foi um dos mais importantes mestres das bandas fluminenses. A mais recente homenagem de sua banda foi a inauguração da SALA MAESTRO JOAQUIM NAEGELE, realizada em Nova Friburgo, em 2002. Localiza-se na Usina Cultural Energisa, à Praça Getulio Vargas, N° 55, Centro.  
Faleceu ele aos 03 de março de 1985 com 85 anos de idade.
Os restos mortais do Grande Mestre repousam no Cemitério do Caju no Rio de Janeiro, e seu Espírito reside, imorredouramente, no seio da Extremada Campesina Friburguense.

JOAQUIM, SUAS COMPOSIÇOES E SUAS HISTÓRIAS...


Seu Primeiro dobrado: “AMERICANO FUTEBOL CLUBE” foi uma homenagem ao seu time favorito.
O dobrado “CANSADO” é dedicado ao amigo Domingos Leonardo, o Mingote, bombardinista, bem humorado e brincalhão. Em certa ocasião, um amigo comum aos dois, perguntou ao Domingos o que ele achava do Joaquim. Mingote responde: “Ora Joaquim? ... Joaquim já está Cansado!!!”. Esta irônica resposta foi levada ao conhecimento do maestro, que não perdeu a oportunidade de responder à sua maneira. Compôs assim, o Dobrado CANSADO, de difícil execução para bombardinos.
Passando por Cantagalo (RJ), o Joaquim foi interpelado, insistentemente, por um músico que lhe pedia um dobrado em seu nome. Passado algum tempo, o mestre entregou-lhe as partituras e disse: “Você pediu, aqui está! Agora ponha o nome e toque!!” Contudo, o nome deste músico era bem diferente e incomum: CIRNO BEAUCLAIR. A complexidade para seu instrumento (tuba) era marcante na composição.
Na década de 1950, nacionalista que era e incansável defensor da campanha getulista: “O PETRÓLEO É NOSSO”, compôs o dobrado sinfônico: “OURO NEGRO”.
Joaquim lutava pelos ideais comunistas. Idéias que militava fervorosamente. Em uma vez que se encontrava preso, pensativo e ocioso, ocupou-se no que mais gostava de fazer: compor. Assim, nasce o dobrado “A VOZ DO CÁRCERE”, que guardou na memória, por faltar-lhe material adequado onde pudesse escrever.
Certa vez, um delegado procurando por Joaquim na Sede da Banda, lá encontrou, apenas, um músico retardatário que, ao saber da história, o que poderia acontecer e o paradeiro do maestro, foi de bicicleta até o local da retreta, para avisar ao Joaquim, evitando que ele fosse pego de surpresa na regência.
Retornando a uma apresentação em Riograndina (hoje distrito de Nova Friburgo), onde a Campesina tocou na Festa de Nossa Senhora do Rosário, a banda sofre um acidente com o caminhão em que viajavam. Músicos e jogadores ficam feridos e instrumentos são danificados. Ai nasce o dobrado sinfônico “PASSEIO TRAGICO”.
Mais trágico, porém, foi a perda do seu filho Kuntz e de seu neto, vitimados em um acidente fatal. Triste e consternado, num desabafo, Joaquim escreve o dobrado “DUAS VIDAS”.
Em visita a sua terra natal, escreve um choro: “VIAGEM A SANTA RITA”. Lá se recorda da distante infância e se entristece ao perceber a ausência de uma exuberante árvore que brincava. Retrocede no tempo, imagina os golpes brutais que levara a grande árvore ao chão. A sensibilidade do mestre aflora, transforma o momento de dor numa bela sinfonia: “A CANJERANA”. Ao ouvi-la, lembramos os golpes do machado traduzido em som, como o toar dos canhões, usado por Tchaikovsky na Abertura 1812.
Suas criações atravessavam fronteiras, figurando na história universal a partir da apresentação do dobrado “JANJAO” como prefixo da Rádio BBC de Londres e da Rádio oficial da União Soviética, ao término da Segunda Guerra Mundial. Em assim sendo, o maestro recebe uma correspondência de um ex-aluno, que se exibia em uma cerimônia festiva realizada na Praça Vermelha, em Moscou, Rússia, dizendo-se orgulhoso em ouvir o dobrado Janjão. Esta composição, talvez uma das suas obras mais conhecidas, é dedicada ao amigo João Nicolau, patriarca de uma tradicional família cantagalense.
Uma de suas últimas passagens pela cidade de Bom Jardim (RJ), conduzia ele a Campesina. Destinava-se a tradicional Festa dos Carecas, e Cantagalo (RJ). Fez uma parada, formou a banda em frente a Sede da coirmã e afilhada: RECREIO BONJARDINENSE e, num gesto singular de amizade ao velho amigo e diretor da Recreio que recentemente falecera, fez soar o dobrado: “JOSÈ GUIDA” de sua composição.
Após os 20 anos a frente da Regência da Campesina Friburguense, Joaquim foi homenageado no programa “Lira Xopotó”, da Rádio Nacional, dirigido pelo saudoso Dr. Paulo Roberto, incansável divulgador das bandas de música.

"Joaquim Naegele nunca recebeu nada. Foi mestre da banda da Marinha e aposentado nunca recebeu um tostão. E ainda tirava de seu bolso para ajudar alguns músicos e necessitados" (Antonio Jorge Abbud - SMB Campesina Friburguense).
"Joaquim Naegele teve épocas que fazia da casa dele pensão para músico, dando casa, comida e roupa lavada. (...) Tem que se lembrar mais uma vez desta pessoa dentro da Campesina. Não só fez músicos, mas homens também. Muita coisa que eu aprendi, na minha formação, eu agradeço a Joaquim Naegele" (Célio Medeiros Lopes SMB Campesina Friburguense)
Algumas Composições de Joaquim Naegele

Dobrados:
 
Americano Futebol Clube; Janjão, Carlos Rotay, Domingos Miranda, Dr. Vanor Tassara, Ouro Negro, Dr. Paulo Roberto, Dr. Luiz Mastrângelo, Ernesto Costa, João Batista Coube, Supremos Adeus. Alberto Martignoni, José Faria, 8 de Junho, Cap. Antônio Pinto, Pensador, Cap. Guayer, Juca Chagas, Moacir Brum, 22 de Maio, Cansado, Gal. Potiguara, José Ferreira de Mattos, Dr. Bernardo Pinto, Com. Amaral Peixoto, Nações Unidas, Jota Jota, Estado da Guanabara, Novos Rumos, Dr. Hermes Barcellos, Centenário da Campesina, Estevam Mangione, Ten. Menezes, Dr. Renato Mussi, Cap. Arnaldo, Gal. Paulo Torres, Dr. Carlos Gerk, Gal. Cizeno Sarmento, Maestro João Macedo, Pref. Hilder Sebastião de Paula, Maestro Clever Costa de Castro, Dr. Artur Bernardes, Um Adeus, José Coelho,  Cirno Beauclair, 15 de Novembro, Honra ao Mérito, Alberto Daflen Gomes, Dr. Pedro Ernesto, Euclides da Cunha, Indelével, General Klinger, O Pagé, Cap. Moacir Bogado, As Armas, 1° de Maio, Manoel Vegas, Dr. Feliciano Costa, Saudades de Sapucaia, Honra a FEB, Mestre Filó, Zair Cansado, Carlos Vagas. Rio Quatrocentão, Sargento Renato, Carlos Teixeira, Heródoto Bento de Mello, João Caputo, José Naegele, Niterói Quatrocentão, Cel. Rabelo, Maestro Luciano Coelho, Projeto das Bandas, Celso Woltzenlogel, Um Adeus ao Marinheiro, União dos Artistas, Dr. Oton Ribeiro, Wer Oblaid (Muito Obrigado), Mão de Luva, Passeio Trágico, 15 de Agosto, A Voz do Cárcere, Licínio Teixeira, Sargento Ruy, Nelson Kemp, Almirante Protógenes, Desterrado, João Faria, Recordação de Artista, Os Dois Discípulos, Gal. Duque de Caxias, Gal. Zenóbio de Mello, José Guida, Roberto Silveira, Patrona Vitalina das Neves, Governador Geremias Fontes, Max Clef, Juventude, Maestro Adoastro, Jubileu de Ouro, Cel. Ary Parreira Bacelar. Tem Argeu Pinheiro, Presidente João Batista Figueiredo, Maestro Affonso Reis, Grupo Amizade, Méier e Bassane, Osvaldo Moraes, Gratidão, Ultimo Adeus, Desengano, Bazar das Noivas, Friburgo Cidade, Dr. Correa Mello, Kaiser Traide, Operários da Renda, Centro Fluminense, Ribeiro Junqueira, Adam Nasch, Recenseamento de Friburgo, Paraq. Friburg., Getúlio Vargas, Sebastião Corrêa, Entrou Areia, Vitor Hugo, Ned Torres, Major Marra, Marinha Brasileira, Antônio Costa, Tomaz Fabris, Alberto Braune, Novo Rio, Duas Vidas, Informativo Weril, João Paulino, Governador Brizola,
Progresso do Lageado  
 
Gêneros Clássicos:

 
A Canjerana (fantasia), Concerto para Clarim – A vida pela Flor (Variação para Trompete), Crepúsculo de Friburgo, Característica Brasil (encerrou as solenidades em sua homenagem, no Cinema Leal em 19/09/1969, na Programação do Centenário da Campesina) às Margens do Rio Bengala, O Mártir (fantasia), Saudade (homenagem póstuma à mãe do Dr. Galdino do Valle Filho).
 
Valsas:
 
O Teu Olhar é a Luz da Minha Existência, Saudade de Bom Jardim, A Minha Vida é um Martírio, Maria da Chácara, Ingratidão, Mãezinha (peça infantil), Morrer Sonhando, Alice, O Destino da Saudade, Não Partas, Hercy (a sua esposa), Longe dos Olhos, Tininha, Olhos Falam, Uma lágrima, Recordando o Passado, Vanda, Mirian, No Céu Seremos Dois, Oração, Criança Feliz, Alegria, Noite de Amor, Armandinha, Uma Festa Ginasial (recordando os tradicionais e antigos “bailes de formatura”), Janete (homenagem à mocinha que conduzia a Bandeira da Banda).
 
Hinos:
 
Sesquicentenário de Friburgo, Esperança Futebol Clube, Santa Rita de Jacutinga, Marangá Futebol Clube, Alberto Braune, Juventude Católica Friburguense, Escola Marinha, Terra Encantadora (dedicada a Amparo, distrito de Nova Friburgo), Bandeira da Campesina Friburguense e Campesina Friburguense.
 
Canções:

Ave Maria, Saudade.

Marchas Religiosas:

Saudação Angélica, Coração de Maria, Coração de Jesus.

Choros:
 
Uma Viagem a Saquarema, A Hora é Essa, Bulinando, Violão Baiano, Maiau, Bilu Tetéia, Viagem a Santa Rita, Trupicando, Liquides no Choro, Um Baile em Piedade, Sonhador, è Agora, Um Baile em Pau Ferro, A Argola do Baixo, O Bilhete, Fez Beicinho e Não Tocou, Cara de Pau, Olha Quem Chegou!!, Caitituando.

Polca:

Estrela de Friburgo (Variação para Trompete).

Música: Rio Quatrocentão (Dobrado)
Autor: Joaquim Naegele
Execução: Banda Sinfônica Campesina Friburguense
Regência: José Candido




Fotos:


Bibliografia:

“História de uma Trajetória Vitoriosa”, por Carlos Alberto de Carvalho Mello;

“Homenagem aos 110 Anos de Nascimento do Maestro Joaquim Antônio Langsdorf Naegele (1899 -1986)”, por Fabio Erthal;

“” Jornal “A Voz da Serra” de 09/07/2004, por Dalva Ventura.


 
 

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